Uma análise clínica - Apolo Augusto
Você acorda antes de todo mundo. Prepara o café, organiza a casa, cuida dos filhos, resolve pendências do trabalho — e no final do dia, quando finalmente sobra um minuto para si mesma, percebe que não sobrou nada dentro de você. Nenhuma energia. Nenhuma vontade. Só um cansaço que o sono não resolve e uma sensação difusa de que algo está errado, mesmo quando “tudo está bem”.
Se você é mulher e se identificou com essas palavras, preciso te dizer algo importante: isso não é frescura. Não é fraqueza. E, definitivamente, não é “coisa da sua cabeça”. O que você sente pode ter um nome — e, mais importante, pode ter uma explicação muito mais profunda do que imagina.
Em mais de 20 anos de prática clínica como conscienciólogo, atendendo mulheres de diferentes idades, profissões e histórias de vida, percebi um padrão que se repete com uma frequência alarmante: a mulher que adoece emocionalmente quase sempre é a mesma que passou anos inteiros cuidando de todos — menos de si mesma. E quando o corpo e a mente finalmente pedem socorro, ela ainda encontra forças para se culpar por estar “fraca”.
Este artigo é para você. Para que entenda o que está por trás desses números — e, principalmente, o que o seu inconsciente está tentando te dizer.
Os dados são contundentes e não deixam margem para dúvida: a depressão tem rosto, e esse rosto é predominantemente feminino.
Segundo a pesquisa “Esgotadas”, realizada pela organização Think Olga, 7 em cada 10 diagnósticos de ansiedade e depressão no Brasil são de mulheres. Quase metade das entrevistadas — 45% — já possui diagnóstico de algum transtorno mental. Em Goiás, dados do INSS de 2024 revelaram que quase 80% dos afastamentos do trabalho por depressão foram de mulheres. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) aponta que o risco de depressão ao longo da vida é de 10% a 25% para mulheres, contra 5% a 12% para homens. E a OMS confirma: mulheres são desproporcionalmente mais afetadas por transtornos de ansiedade e depressão em todo o mundo.
Mas os números, por si só, não contam a história toda. O que eles não revelam são os sintomas que a mulher aprendeu a normalizar: a exaustão crônica que ela chama de “rotina puxada”. A culpa constante — por trabalhar demais, por não estar presente o suficiente, por não dar conta de tudo. A irritabilidade com os filhos ou com o parceiro, seguida de mais culpa. O choro que vem sem motivo aparente, geralmente no banho ou antes de dormir, longe dos olhos de todos. A sensação de estar no automático, cumprindo tarefas mecanicamente, sem sentir prazer em nada.
Se você reconheceu pelo menos dois desses sinais, não ignore. Eles são mensagens — e merecem ser ouvidos.
Existe uma programação profunda — quase sempre inconsciente — que acompanha a maioria das mulheres desde a infância: a crença de que o valor feminino está diretamente ligado à capacidade de cuidar, de servir, de “dar conta”.
A menina que brinca de boneca está, na verdade, sendo treinada para um papel. A adolescente que ouve “você precisa ser forte” está internalizando a ideia de que pedir ajuda é fraqueza. A mulher adulta que acumula funções de mãe, profissional, esposa, filha e cuidadora está vivendo uma sobrecarga que a sociedade não apenas aceita — mas celebra. Quantas vezes você já ouviu ou disse a frase “mulher é guerreira”? Pois é. A sociedade aplaude a mulher que aguenta tudo. Mas não acolhe a mulher que adoece por ter aguentado demais.
E há ainda os momentos biológicos que amplificam tudo isso: o pós-parto, em que a mulher enfrenta uma revolução hormonal enquanto a sociedade espera que ela esteja radiante de felicidade. A perimenopausa e a menopausa, fases em que alterações profundas no corpo e na mente são frequentemente minimizadas ou ignoradas. O período pré-menstrual severo, que vai muito além da “TPM” que virou piada — e que, em sua forma mais grave (o transtorno disfórico pré-menstrual), pode ser incapacitante.
Em todos esses momentos, o que a maioria das mulheres recebe é uma frase: “Vai passar.” E com essa frase, ela engole mais uma dor, empurra mais uma angústia para baixo do tapete — e segue.
Mas o inconsciente não esquece. Ele registra tudo.
Na conscienciologia clínica, entendemos que o inconsciente humano funciona como um sistema inteligente de registro e processamento. Cada emoção reprimida, cada dor silenciada, cada necessidade ignorada fica armazenada — e, quando o acúmulo atinge um limite, o inconsciente encontra formas de se manifestar. A depressão é uma das mais poderosas dessas manifestações.
A depressão feminina, em muitos dos casos que acompanho no consultório, não é simplesmente um desequilíbrio bioquímico. Ela é o inconsciente gritando: “Pare de se anular.”
É o grito de uma mulher que passou anos colocando as necessidades de todos acima das suas. Que aprendeu a engolir a raiva porque “mulher não pode ser agressiva”. Que sufocou seus desejos porque “mãe tem que se dedicar inteiramente aos filhos”. Que abriu mão dos seus sonhos porque “alguém precisa manter a casa funcionando”.
E aqui está algo que a maioria dos profissionais não aborda: muitos desses padrões não nasceram com você. Eles foram herdados. A conscienciologia clínica identifica, com frequência, que mulheres em quadros depressivos carregam programações inconscientes transmitidas por gerações — pela mãe, pela avó, pela bisavó. Crenças profundas como “mulher tem que aguentar calada”, “não pode reclamar”, “tem que dar conta sozinha”. Essas não são apenas frases que alguém disse um dia. São padrões gravados no inconsciente que operam silenciosamente, moldando comportamentos, escolhas e — inevitavelmente — o adoecimento.
Quando uma mulher começa a identificar e questionar essas programações, algo extraordinário acontece: ela deixa de lutar contra o sintoma e passa a escutar a mensagem. E é aí que a verdadeira transformação começa.
A cura — ou melhor, a transformação — não está em fazer mais. Não está em ser mais forte, mais resiliente, mais “guerreira”. Está em olhar para dentro. Em parar de correr e, pela primeira vez, se perguntar: “O que eu preciso? O que eu sinto de verdade? Quais crenças estão dirigindo a minha vida sem que eu perceba?”
Em minha experiência clínica, vi mulheres que passaram anos em tratamentos convencionais — medicação, terapias diversas — com melhoras parciais, mas sem uma transformação real. Não porque esses tratamentos sejam inválidos, mas porque, em muitos casos, eles tratavam a superfície sem acessar a raiz. Quando essas mesmas mulheres tiveram a oportunidade de mergulhar no próprio inconsciente — identificar os bloqueios, os traumas não processados, os padrões repetitivos herdados — a mudança foi profunda e duradoura.
Uma executiva que descobriu que sua exaustão crônica era, na verdade, uma reprodução inconsciente do padrão da mãe, que também adoeceu por se anular pela família. Uma mãe que entendeu que sua irritabilidade constante com os filhos não era “falta de paciência”, mas o acúmulo de anos de necessidades próprias ignoradas. Uma jovem que percebeu que sua autodepreciação vinha de uma programação tão antiga que ela nem sabia que existia — até acessá-la.
Em todos esses casos, o divisor de águas não foi um medicamento. Foi o autoconhecimento profundo. Foi a decisão de parar de sobreviver e começar a se conhecer de verdade.
A conscienciologia clínica oferece exatamente esse caminho: um trabalho estruturado e sério de acesso às camadas mais profundas da psique, sem promessas mágicas, sem fórmulas prontas — mas com uma compreensão real de como o inconsciente opera e de como ele pode ser o seu maior aliado, e não o seu inimigo.
Se você é mulher e chegou até aqui, quero te deixar com uma verdade que talvez ninguém tenha te dito: você não precisa aguentar tudo. Você não precisa ser forte o tempo todo. E a sua depressão — se é isso que você está vivendo — não é um sinal de fraqueza. É o seu inconsciente te convidando para o reencontro mais importante da sua vida: o reencontro consigo mesma.
A mulher que se conhece de verdade não adoece da mesma forma. Ela se transforma.
Conscienciólogo clinico
INCONSCIENTE HUMANO
Para a psicologia e a psicanálise, o ser humano é um ser consciente que possui uma mente inconsciente. Para a conscienciologia clínica, o ser humano é um ser inconsciente que possui uma fraca e debilitada mente consciente. Esta é a premissa básica da conscienciologia clínica, e não é filosófica: é factual. Consideramos que o ser humano não tem consciência de si, de seus desejos, seus medos, seus bloqueios e tampouco de suas capacidades, habilidades e potencialidades.
O conscienciólogo clínico não é um “terapeuta” nem um “coach”. É um profundo investigador e persecutor da consciência. Seu objetivo é fazer com que o solicitante (nome que damos aos atendidos) se torne consciente de si mesmo.
Compreendemos que, apenas por meio da conscientização, o homem se torna realizado, pois deixa de agir de modo automático, instintivo, limitado e cíclico, repetindo padrões cuja origem ele desconhece.
A terapia convencional visa “restaurar” o indivíduo, fazendo-o voltar ao estado normal. O processo conscienciológico clínico, por outro lado, visa desconstruir o indivíduo e fazê-lo transcender sua versão anterior, instaurando em sua psique novos padrões, um novo comportamento, desbloqueando habilidades e potenciais, para que este alcance, de modo prático, a individuação.
PSICOSSOMÁTICA CLÍNICA
Através de minhas formações em ciências humanas, desenvolvi uma abordagem extremamente científica e “pura” da psicossomática, fiel ao trabalho de Groddeck, na qual se faz possível descobrir as possíveis causas inconscientes para questões de saúde mental e física.
Ressalto que é uma técnica própria, totalmente livre de vieses, contaminações semânticas e pseudociência, como as de muitos que se dizem “terapeutas das emoções”.
Meu trabalho visa fazer com que o indivíduo, através de um método investigativo matricial e em camadas, consiga compreender mecanismos inconscientes que estão se manifestando no corpo ou na mente, causando distúrbios, doenças, anomalias ou transtornos.
A principal diferença de meu trabalho no campo da psicossomática é a maneira como o indivíduo percebe tais mecanismos, sem qualquer tipo de inferência de minha parte, como ocorre em pseudoterapias ou abordagens de discípulos de Franz Alexander.
Partimos da premissa de que cada inconsciente é único, possui seus próprios símbolos, arquétipos, sistemas semióticos e estruturas. A causa da enxaqueca de Maria pode ser (e sempre é) diferente da causa da enxaqueca de Joana.
Minha função é aplicar conhecimento do inconsciente que adquiri ao longo de 20 anos para tornar o indivíduo consciente de seus mecanismos causadores de transtornos. Quando há esta conscientização e a reversão do padrão, então o problema se resolve.
DESENVOLVIMENTO PESSOAL
A maioria das pessoas desconhece suas próprias capacidades ou experimenta bloqueios que impedem a expressão de seu potencial real.
Esta limitação se manifesta concretamente: estagnação profissional, ganhos incompatíveis com suas habilidades e uma sensação persistente de que algo impede sua realização.
A única maneira factual de transcender esses limites é através de um processo investigativo que revele os mecanismos inconscientes que governam suas ações. Esses mecanismos contêm tanto recursos inexplorados quanto padrões limitantes que, uma vez conscientizados, podem ser ressignificados.
Quando você compreende como seu inconsciente opera, deixa de agir por automatismos e passa a exercer escolhas deliberadas. Suas decisões se tornam mais assertivas, sua comunicação mais efetiva, sua presença mais autêntica. Isso se reflete em resultados tangíveis: reconhecimento profissional, autoridade em sua área e, consequentemente, ganhos compatíveis com seu real potencial.
Agende uma anamnese e descubra, através de análise rigorosa, quais mecanismos inconscientes estão limitando sua expressão – e como transcendê-los de modo prático e permanente.
EXPERIÊNCIAS ANÔMALAS
Existem fenômenos psíquicos muito comuns, mas extremamente discriminados, que atingem mais de 40% da população mundial. As chamadas “experiências anômalas” são ocorrências em que indivíduos relatam ouvirem vozes, verem cenas que depois acontecem, sentirem-se ou verem-se fora do corpo, terem sonhos hiperrealistas, lúcidos e conscientes, dentre outros.
Muitos acreditam que estes eventos são sinais de esquizofrenia ou outros transtornos somatopsíquicos. Porém, posso assegurar pela minha experiência clínica de 20 anos, atendendo inclusive médicos, juristas e profissionais da saúde mental, pessoas com exímias faculdades cognitivas, que tais experiências podem ser compreendidas através de premissas científicas pelo método clínico conscienciológico.
Esta abordagem, desenvolvida ao longo de duas décadas de prática e consolidada através da ABRACONESP (Academia Brasileira de Conscienciologia, Espiritualidade e Pós-Humanismo), me tornou referência na área e o único profissional nas Américas a atender clinicamente casos de experiências anômalas em pessoas sem qualquer comorbidade mental, ajudando-as a se autoconhecer e, acima de tudo, a viverem em paz com tais ocorrências.
Se você está passando por isso, seja bem-vindo(a). Eu posso ajudar.
Realize uma jornada de desenvolvimento com um conteúdo exclusivo e PRÁTICO, onde você vai OBTER RESULTADOS REAIS e ser acompanhado(a) diretamente pelo especialista.
A APOLO CONSCIENCIOLOGIA CLÍNICA® realiza um trabalho aliado à medicina, não dispensando o acompanhamento médico no caso de pessoas que o estes estejam realizando, para que os processos se operem em ambos os aspectos: Biológico/bioquímico e conscienciológico.
Os procedimentos apresentados não prometem qualquer tipo de cura milagrosa (art. 284 do CP) e por mais complexos, abstratos que sejam, são embasados em experimentos empíricos, científicos e verificáveis por qualquer um que a eles se submeta, independente de sua crença.
O Prof. D. Apolo Augusto NÃO se utiliza de qualquer meio de sugestionamento ou influência psicológica para produzir fenômenos psíquicos, muito menos paranormais. Seu trabalho é o resultado de mais de 17 anos de atendimento e pesquisa séria no campo das ciências humanas, psiquismo, psicoterapia, psicanálise, psicossomática e conscienciologia acadêmica, onde é cientista, além de clínico especialista.
Todos os atendimentos e procedimentos são gravados e seguem estritamente a lei geral de proteção de dados LEI Nº 13.709, DE 14 DE AGOSTO DE 2018.
GARANTIMOS O TOTAL SIGILO DE SEU RELATO E SUA IDENTIDADE.
SOMOS A ÚNICA CLÍNICA DE CONSCIENCIOLOGIA DO MUNDO LICENCIADA PELA ACADEMIA BRASILEIRA DE CONSCIENCIOLOGIA, ESPIRITUALIDADE E PÓS -HUMANISMO- ABRACONESP®
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