Por Apolo Augusto — Conscienciólogo Clínico
Aquela dor de cabeça que aparece sempre no mesmo horário. A gastrite que nenhum medicamento resolve de verdade. A dor nas costas que vai e volta, sem que nenhum exame encontre uma causa. A insônia que resiste a chás, melatonina e até a medicação prescrita. A alergia que surge do nada e desaparece sem explicação.
Você já passou por algo assim? Já ouviu de um médico a frase: “Seus exames estão normais. Não tem nada”?
Se ouviu, provavelmente saiu do consultório mais confuso do que entrou. Porque a dor está ali. O sintoma é real. E quando alguém diz que “não tem nada”, o que você escuta, na verdade, é: “Não sei o que você tem.”
Este artigo é para você que sente no corpo algo que a medicina convencional ainda não conseguiu explicar. E para te mostrar que, talvez, o seu corpo não esteja doente — esteja falando.
Estudos em atenção primária apontam que entre 35% e 50% das queixas apresentadas em consultórios médicos não possuem uma causa orgânica identificável. São dores, desconfortos, sintomas recorrentes que desafiam exames laboratoriais, ressonâncias e tomografias. A própria Organização Mundial da Saúde reconhece a somatização como uma questão relevante de saúde pública mundial.
São pacientes reais, com sofrimentos reais, que muitas vezes percorrem uma verdadeira maratona de especialistas — do clínico geral ao neurologista, do gastroenterologista ao reumatologista — acumulando laudos inconclusivos e uma frustração crescente. A pesquisa científica os chama de “sofredores de sintomas indefinidos”. Na rotina de atendimentos, eu os chamo de pessoas cujo corpo decidiu falar porque a mente não conseguiu.
E não estou falando de forma poética. Estou falando de um mecanismo concreto, observável e — o mais importante — compreensível.
Pense no seguinte: quando você vive uma situação de medo intenso, o que acontece no seu corpo? O coração acelera. As mãos suam. O estômago embrulha. Ninguém questiona que uma emoção causou uma reação física. Isso é aceito como óbvio. O que a psicossomática clínica propõe é simplesmente a extensão lógica desse mesmo princípio: se emoções pontuais geram reações físicas imediatas, emoções crônicas e não processadas podem gerar sintomas físicos persistentes.
O corpo é o último recurso de comunicação do inconsciente. Quando você não escuta pela emoção, ele fala pela dor.
Preciso fazer uma distinção importante aqui, porque a internet está repleta de conteúdos que distorcem completamente a psicossomática.
Você provavelmente já viu aquelas tabelas que circulam nas redes sociais: “dor no joelho = medo de avançar”, “problema no fígado = raiva acumulada”, “dor de garganta = coisas que você não disse”. Esse tipo de generalização simplista não é psicossomática. É pseudociência. E, infelizmente, causa um enorme desserviço às pessoas que realmente sofrem com sintomas de origem inconsciente.
A psicossomática clínica séria — aquela fundamentada no trabalho de Georg Groddeck, considerado o pai da medicina psicossomática — parte de uma premissa fundamental: cada inconsciente é único. Possui seus próprios símbolos, seus próprios mecanismos, suas próprias formas de se expressar.
Isso significa que a causa da enxaqueca de Maria é, invariavelmente, diferente da causa da enxaqueca de Joana. Mesmo que o sintoma seja idêntico, o conteúdo inconsciente por trás dele é singular. Por isso, qualquer abordagem que ofereça uma “tabela de significados” para doenças está, no mínimo, sendo irresponsável — e, no pior dos cenários, impedindo que a pessoa acesse a verdadeira raiz do seu problema.
Na minha abordagem clínica, a psicossomática é tratada como uma investigação. Não há inferências da minha parte. Não há interpretações prontas. O que existe é um método investigativo em camadas, através do qual o próprio indivíduo vai, gradualmente, percebendo os mecanismos inconscientes que se manifestam no seu corpo. E quando essa percepção acontece — quando a pessoa finalmente compreende o que o sintoma está comunicando — algo notável se inicia.
Ao longo da minha trajetória clínica, acompanhei casos que ilustram com clareza como o inconsciente se expressa pelo corpo. Compartilho alguns, sem identificação, para que você possa reconhecer padrões semelhantes na sua própria vida.
Uma profissional da área jurídica procurou atendimento após anos de enxaquecas crônicas que não respondiam a nenhum tratamento. Havia feito todos os exames imagináveis. Todos normais. Durante o processo investigativo, ela percebeu — por conta própria, sem qualquer sugestão minha — que as crises coincidiam com momentos em que precisava tomar decisões que contrariavam as expectativas da família. Havia um padrão inconsciente de autocobrança, herdado da relação com a mãe, que se ativava toda vez que ela ousava priorizar a si mesma. Quando esse padrão foi conscientizado e trabalhado, as enxaquecas reduziram drasticamente.
Um empresário chegou ao consultório com dores lombares persistentes que três ortopedistas não conseguiram resolver. Ao mergulhar no processo conscienciológico, ele próprio identificou que carregava, literalmente “nas costas”, a responsabilidade emocional e financeira de toda a família — irmãos, pais, sobrinhos. Era um peso que ele assumiu inconscientemente desde a adolescência e que seu corpo passou a expressar da forma mais simbólica possível. Quando ele começou a rever esse padrão e redistribuir essa carga, o corpo respondeu.
Uma jovem com problemas dermatológicos recorrentes — surtos de dermatite que apareciam e desapareciam sem lógica aparente — descobriu durante o processo que os episódios estavam ligados a situações em que ela se sentia exposta ou julgada. A pele, que é o nosso limite entre o mundo interno e o externo, estava reagindo a um conflito inconsciente entre o desejo de se mostrar e o medo de ser rejeitada.
Em nenhum desses casos eu disse à pessoa o que seu sintoma significava. Ela descobriu sozinha, guiada por um método que respeita a singularidade de cada inconsciente. Essa é a diferença entre a psicossomática clínica verdadeira e o “achismo emocional” que se vê por aí.
Se você convive com sintomas que a medicina não consegue explicar completamente, quero te propor uma mudança de perspectiva: e se, em vez de lutar contra o sintoma, você começasse a ouvi-lo?
Isso não significa abandonar o acompanhamento médico — de forma alguma. A conscienciologia clínica atua de forma complementar e aliada à medicina. Exames devem ser feitos. Causas orgânicas devem ser investigadas e descartadas. Mas quando a investigação médica se esgota e o sintoma permanece, existe uma outra dimensão que merece ser explorada: a dimensão do inconsciente.
O corpo não mente. Ele não inventa sintomas. Quando algo se manifesta fisicamente sem causa orgânica aparente, há uma grande probabilidade de que o inconsciente esteja tentando comunicar algo que precisa de atenção. Pode ser um conflito emocional não resolvido. Pode ser um padrão herdado que opera em silêncio. Pode ser uma necessidade profunda que foi sufocada por anos.
A psicossomática clínica, dentro da conscienciologia, oferece um caminho para decodificar essas mensagens — não com fórmulas prontas, mas com um processo sério de autoconhecimento que coloca você no centro da investigação.
Seu corpo não é seu inimigo. Ele é, talvez, o seu mensageiro mais honesto. A questão é: você está disposto a escutar o que ele tem a dizer?
Conscienciólogo clinico
INCONSCIENTE HUMANO
Para a psicologia e a psicanálise, o ser humano é um ser consciente que possui uma mente inconsciente. Para a conscienciologia clínica, o ser humano é um ser inconsciente que possui uma fraca e debilitada mente consciente. Esta é a premissa básica da conscienciologia clínica, e não é filosófica: é factual. Consideramos que o ser humano não tem consciência de si, de seus desejos, seus medos, seus bloqueios e tampouco de suas capacidades, habilidades e potencialidades.
O conscienciólogo clínico não é um “terapeuta” nem um “coach”. É um profundo investigador e persecutor da consciência. Seu objetivo é fazer com que o solicitante (nome que damos aos atendidos) se torne consciente de si mesmo.
Compreendemos que, apenas por meio da conscientização, o homem se torna realizado, pois deixa de agir de modo automático, instintivo, limitado e cíclico, repetindo padrões cuja origem ele desconhece.
A terapia convencional visa “restaurar” o indivíduo, fazendo-o voltar ao estado normal. O processo conscienciológico clínico, por outro lado, visa desconstruir o indivíduo e fazê-lo transcender sua versão anterior, instaurando em sua psique novos padrões, um novo comportamento, desbloqueando habilidades e potenciais, para que este alcance, de modo prático, a individuação.
PSICOSSOMÁTICA CLÍNICA
Através de minhas formações em ciências humanas, desenvolvi uma abordagem extremamente científica e “pura” da psicossomática, fiel ao trabalho de Groddeck, na qual se faz possível descobrir as possíveis causas inconscientes para questões de saúde mental e física.
Ressalto que é uma técnica própria, totalmente livre de vieses, contaminações semânticas e pseudociência, como as de muitos que se dizem “terapeutas das emoções”.
Meu trabalho visa fazer com que o indivíduo, através de um método investigativo matricial e em camadas, consiga compreender mecanismos inconscientes que estão se manifestando no corpo ou na mente, causando distúrbios, doenças, anomalias ou transtornos.
A principal diferença de meu trabalho no campo da psicossomática é a maneira como o indivíduo percebe tais mecanismos, sem qualquer tipo de inferência de minha parte, como ocorre em pseudoterapias ou abordagens de discípulos de Franz Alexander.
Partimos da premissa de que cada inconsciente é único, possui seus próprios símbolos, arquétipos, sistemas semióticos e estruturas. A causa da enxaqueca de Maria pode ser (e sempre é) diferente da causa da enxaqueca de Joana.
Minha função é aplicar conhecimento do inconsciente que adquiri ao longo de 20 anos para tornar o indivíduo consciente de seus mecanismos causadores de transtornos. Quando há esta conscientização e a reversão do padrão, então o problema se resolve.
DESENVOLVIMENTO PESSOAL
A maioria das pessoas desconhece suas próprias capacidades ou experimenta bloqueios que impedem a expressão de seu potencial real.
Esta limitação se manifesta concretamente: estagnação profissional, ganhos incompatíveis com suas habilidades e uma sensação persistente de que algo impede sua realização.
A única maneira factual de transcender esses limites é através de um processo investigativo que revele os mecanismos inconscientes que governam suas ações. Esses mecanismos contêm tanto recursos inexplorados quanto padrões limitantes que, uma vez conscientizados, podem ser ressignificados.
Quando você compreende como seu inconsciente opera, deixa de agir por automatismos e passa a exercer escolhas deliberadas. Suas decisões se tornam mais assertivas, sua comunicação mais efetiva, sua presença mais autêntica. Isso se reflete em resultados tangíveis: reconhecimento profissional, autoridade em sua área e, consequentemente, ganhos compatíveis com seu real potencial.
Agende uma anamnese e descubra, através de análise rigorosa, quais mecanismos inconscientes estão limitando sua expressão – e como transcendê-los de modo prático e permanente.
EXPERIÊNCIAS ANÔMALAS
Existem fenômenos psíquicos muito comuns, mas extremamente discriminados, que atingem mais de 40% da população mundial. As chamadas “experiências anômalas” são ocorrências em que indivíduos relatam ouvirem vozes, verem cenas que depois acontecem, sentirem-se ou verem-se fora do corpo, terem sonhos hiperrealistas, lúcidos e conscientes, dentre outros.
Muitos acreditam que estes eventos são sinais de esquizofrenia ou outros transtornos somatopsíquicos. Porém, posso assegurar pela minha experiência clínica de 20 anos, atendendo inclusive médicos, juristas e profissionais da saúde mental, pessoas com exímias faculdades cognitivas, que tais experiências podem ser compreendidas através de premissas científicas pelo método clínico conscienciológico.
Esta abordagem, desenvolvida ao longo de duas décadas de prática e consolidada através da ABRACONESP (Academia Brasileira de Conscienciologia, Espiritualidade e Pós-Humanismo), me tornou referência na área e o único profissional nas Américas a atender clinicamente casos de experiências anômalas em pessoas sem qualquer comorbidade mental, ajudando-as a se autoconhecer e, acima de tudo, a viverem em paz com tais ocorrências.
Se você está passando por isso, seja bem-vindo(a). Eu posso ajudar.
Realize uma jornada de desenvolvimento com um conteúdo exclusivo e PRÁTICO, onde você vai OBTER RESULTADOS REAIS e ser acompanhado(a) diretamente pelo especialista.
A APOLO CONSCIENCIOLOGIA CLÍNICA® realiza um trabalho aliado à medicina, não dispensando o acompanhamento médico no caso de pessoas que o estes estejam realizando, para que os processos se operem em ambos os aspectos: Biológico/bioquímico e conscienciológico.
Os procedimentos apresentados não prometem qualquer tipo de cura milagrosa (art. 284 do CP) e por mais complexos, abstratos que sejam, são embasados em experimentos empíricos, científicos e verificáveis por qualquer um que a eles se submeta, independente de sua crença.
O Prof. D. Apolo Augusto NÃO se utiliza de qualquer meio de sugestionamento ou influência psicológica para produzir fenômenos psíquicos, muito menos paranormais. Seu trabalho é o resultado de mais de 17 anos de atendimento e pesquisa séria no campo das ciências humanas, psiquismo, psicoterapia, psicanálise, psicossomática e conscienciologia acadêmica, onde é cientista, além de clínico especialista.
Todos os atendimentos e procedimentos são gravados e seguem estritamente a lei geral de proteção de dados LEI Nº 13.709, DE 14 DE AGOSTO DE 2018.
GARANTIMOS O TOTAL SIGILO DE SEU RELATO E SUA IDENTIDADE.
SOMOS A ÚNICA CLÍNICA DE CONSCIENCIOLOGIA DO MUNDO LICENCIADA PELA ACADEMIA BRASILEIRA DE CONSCIENCIOLOGIA, ESPIRITUALIDADE E PÓS -HUMANISMO- ABRACONESP®
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