O caso 0054

Julho de 2015

L****, empresária do ramo têxtil no interior de São Paulo, estava há meses sem conseguir dormir direito. Não eram apenas algumas noites ruins — era um padrão que se repetia. Uma insônia recorrente e sem qualquer causa aparente minando de forma drástica sua energia, sua clareza mental e ameaçando seus resultados.

Como gestora de uma grande confecção no interior de São Paulo, ela precisava estar afiada. Decisões erradas custam caro. Então começou a se automedicar com chás e extratos florais. Funcionava por algum tempo quando o corpo já estava no limite, mas depois a insônia voltava, implacável.

Ela me procurou por indicação de uma amiga, com uma preocupação muito específica: não queria tomar medicamentos controlados. Tinha medo de ficar dependente, de ter sua cognição comprometida. Para alguém que gerencia uma operação complexa, isso não era uma opção. Ela precisava de uma solução efetiva, rápida e definitiva, porém, sem comprometer sua estabilidade.

 

A investigação.

Após a anamnese, que descartou hipóteses não correltas, como distúrbios hormonais e outras possibilidades, agendamos o início do processo conscienciológico clínico para investigar as causas do transtorno, e o que descobrimos logo na primeira sessão, foi um divisor de águas: A matriz comportamental de L**** havia mudado sem que ela percebesse.

Ela, que sempre foi decidida, corajosa e extremamente competente em situações de pressão, começou a sentir duas emoções das quais jamais imaginaria ser vítima: medo e insegurança.

 

Camadas emocionais.

Um dos objetivos destes posts é ajudar pessoas a compreenderem a complexidade do inconsciente e como lidar com ele é algo extremamente sério.

Ele é o mecanismo mais forte que possuímos e, ao mesmo tempo, o mais vulnerável, suscetível a problemas, quando sua manutenção não é realizada.

L**** acreditava que sua insônia era causada pelo trabalho e já havia tentado praticamente de tudo, inclusive recebido diagnósticos de “stress”. Seria fácil pra qualquer um atribuir a insônia a isso.

Mas a análise clínica profunda de seu inconsciente evidenciou que a causa emocional era medo e insegurança, porém a questão ainda não estava solucionada.

De onde vinham estes sentimentos que eram tão destoantes da personalidade de L****, uma mulher decidida, sagaz e de sucesso empresarial?

 

Cavando no inconsciente

Em sua terceira sessão que foi o ponto crucial, identificamos a origem desses sentimentos. Estava lá, bem fundo no seu ser: uma situação conjugal, uma cena presenciada que despertou em L**** o medo de ser trocada, substituída.

Como uma reação em cadeia, ela começou a duvidar de seu próprio valor, a sentir-se insegura em sua posição como mulher, esposa, parceira, algo que nunca havia lhe acontecido antes, e que agora estava ali, impedindo que sonhasse novamente, mantendo-a com os olhos abertos, como se precisasse vigiar alguma coisa…o próprio marido.

O conscienciologia clínico, diferente de qualquer abordagem existente, não infere sobre as percepções dos atendidos.

Ele não possui vieses, e sim um sistema muito sofisticado de extração de informações que existem em camadas profundas do inconsciente. E quando se mergulha em si mesmo, você encontra verdadeiros tesouros ocultos na escuridão de seu ser.

L**** não só compreendeu que sua insônia não tinha nada a ver com o trabalho, como também entendeu que possuia medos e inseguranças que nem ela mesma acreditava possuir, por ver-se como uma pessoa que já havia conquistado o que precisava.

 

O Xeque mate da rainha.

Foram 5 sessões de 2h em média, cada.

5 movimentos no tabuleiro da consciência que colocaram L**** não só de volta ao jogo da vida, mas numa posição de comando absoluto.

O resultado foi radical.

Eu não tratei sua insônia. Eu restaurei sua identidade.

Com isso o sono restaurador foi apenas o resultado do estado de paz em que ela se encontrava, tal qual a insônia era apenas o reflexo de sua dor interna, antes inconsciente, agora, inexistente.

L**** não está curada. Ela está regenerada, assim como seu casamento, sua empresa, sua história.

Nota técnica:

A insônia crônica frequentemente não é um problema de “higiene do sono” ou excesso de estímulos. Em muitos casos, é uma manifestação psicossomática de conflitos inconscientes não resolvidos. O trabalho clínico com o inconsciente permite identificar essas causas ocultas e transformá-las de raiz — sem depender de medicação contínua ou abordagens superficiais que tratam apenas o sintoma.

A conscienciologia clínica se diferencia de abordagens pseudocientíficas exatamente por trabalhar com mapeamento rigoroso de padrões neuropsicológicos reais, não com “energias”, “chakras bloqueados” ou explicações místicas genéricas.

Para aprofundamento científico:

Insônia psicossomática (PubMed, clássico) Vgontzas, A.N. et al. Chronic Insomnia and Stress System. PubMed Central. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2128619/

Revisão narrativa sobre influências psicossomáticas na insônia (2024) Rábago-Monzón, A.R. et al. Psychosomatic influences on insomnia: Mechanisms, diagnosis, and treatment strategies. Journal of Clinical and Basic Psychosomatics, 2024. https://accscience.com/journal/JCBP/3/1/10.36922/jcbp.4588

Hiperativação emocional como mecanismo central da insônia Dressle, R.J. & Riemann, D. Hyperarousal in insomnia disorder: Current evidence and potential mechanisms. Journal of Sleep Research, 2023. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jsr.13928

Insônia e depressão como doenças psicossomáticas — Frontiers in Psychiatry (2025) Advances in the research of comorbid insomnia and depression: mechanisms, impacts, and interventions. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11980635/

origem psicossomática da insônia, PePSIC/BVSalud Trinca, W. Notas clínicas sobre a insônia simples. Psicanalítica, 2009. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-711X2009000100010

Apolo Augusto

Conscienciólogo clinico

INCONSCIENTE HUMANO

Para a psicologia e a psicanálise, o ser humano é um ser consciente que possui uma mente inconsciente. Para a conscienciologia clínica, o ser humano é um ser inconsciente que possui uma fraca e debilitada mente consciente. Esta é a premissa básica da conscienciologia clínica, e não é filosófica: é factual. Consideramos que o ser humano não tem consciência de si, de seus desejos, seus medos, seus bloqueios e tampouco de suas capacidades, habilidades e potencialidades.

O conscienciólogo clínico não é um “terapeuta” nem um “coach”. É um profundo investigador e persecutor da consciência. Seu objetivo é fazer com que o solicitante (nome que damos aos atendidos) se torne consciente de si mesmo.

Compreendemos que, apenas por meio da conscientização, o homem se torna realizado, pois deixa de agir de modo automático, instintivo, limitado e cíclico, repetindo padrões cuja origem ele desconhece.

A terapia convencional visa “restaurar” o indivíduo, fazendo-o voltar ao estado normal. O processo conscienciológico clínico, por outro lado, visa desconstruir o indivíduo e fazê-lo transcender sua versão anterior, instaurando em sua psique novos padrões, um novo comportamento, desbloqueando habilidades e potenciais, para que este alcance, de modo prático, a individuação.

PSICOSSOMÁTICA CLÍNICA

Através de minhas formações em ciências humanas, desenvolvi uma abordagem extremamente científica e “pura” da psicossomática, fiel ao trabalho de Groddeck, na qual se faz possível descobrir as possíveis causas inconscientes para questões de saúde mental e física.

Ressalto que é uma técnica própria, totalmente livre de vieses, contaminações semânticas e pseudociência, como as de muitos que se dizem “terapeutas das emoções”.

Meu trabalho visa fazer com que o indivíduo, através de um método investigativo matricial e em camadas, consiga compreender mecanismos inconscientes que estão se manifestando no corpo ou na mente, causando distúrbios, doenças, anomalias ou transtornos.

A principal diferença de meu trabalho no campo da psicossomática é a maneira como o indivíduo percebe tais mecanismos, sem qualquer tipo de inferência de minha parte, como ocorre em pseudoterapias ou abordagens de discípulos de Franz Alexander.

Partimos da premissa de que cada inconsciente é único, possui seus próprios símbolos, arquétipos, sistemas semióticos e estruturas. A causa da enxaqueca de Maria pode ser (e sempre é) diferente da causa da enxaqueca de Joana.

Minha função é aplicar conhecimento do inconsciente que adquiri ao longo de 20 anos para tornar o indivíduo consciente de seus mecanismos causadores de transtornos. Quando há esta conscientização e a reversão do padrão, então o problema se resolve.

DESENVOLVIMENTO PESSOAL

A maioria das pessoas desconhece suas próprias capacidades ou experimenta bloqueios que impedem a expressão de seu potencial real.

Esta limitação se manifesta concretamente: estagnação profissional, ganhos incompatíveis com suas habilidades e uma sensação persistente de que algo impede sua realização.

A única maneira factual de transcender esses limites é através de um processo investigativo que revele os mecanismos inconscientes que governam suas ações. Esses mecanismos contêm tanto recursos inexplorados quanto padrões limitantes que, uma vez conscientizados, podem ser ressignificados.

Quando você compreende como seu inconsciente opera, deixa de agir por automatismos e passa a exercer escolhas deliberadas. Suas decisões se tornam mais assertivas, sua comunicação mais efetiva, sua presença mais autêntica. Isso se reflete em resultados tangíveis: reconhecimento profissional, autoridade em sua área e, consequentemente, ganhos compatíveis com seu real potencial.

Agende uma anamnese e descubra, através de análise rigorosa, quais mecanismos inconscientes estão limitando sua expressão – e como transcendê-los de modo prático e permanente.

EXPERIÊNCIAS ANÔMALAS

Existem fenômenos psíquicos muito comuns, mas extremamente discriminados, que atingem mais de 40% da população mundial. As chamadas “experiências anômalas” são ocorrências em que indivíduos relatam ouvirem vozes, verem cenas que depois acontecem, sentirem-se ou verem-se fora do corpo, terem sonhos hiperrealistas, lúcidos e conscientes, dentre outros.

Muitos acreditam que estes eventos são sinais de esquizofrenia ou outros transtornos somatopsíquicos. Porém, posso assegurar pela minha experiência clínica de 20 anos, atendendo inclusive médicos, juristas e profissionais da saúde mental, pessoas com exímias faculdades cognitivas, que tais experiências podem ser compreendidas através de premissas científicas pelo método clínico conscienciológico.

Esta abordagem, desenvolvida ao longo de duas décadas de prática e consolidada através da ABRACONESP (Academia Brasileira de Conscienciologia, Espiritualidade e Pós-Humanismo), me tornou referência na área e o único profissional nas Américas a atender clinicamente casos de experiências anômalas em pessoas sem qualquer comorbidade mental, ajudando-as a se autoconhecer e, acima de tudo, a viverem em paz com tais ocorrências.

Se você está passando por isso, seja bem-vindo(a). Eu posso ajudar.

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