O caso 0135
R****, gestora de uma grande empresa de logística no Triângulo Mineiro, comandava operações complexas com a precisão de quem nasceu para liderar. Decisões rápidas, negociações difíceis, um time de mais de 40 pessoas e 17 caminhões — tudo isso fazia parte da sua rotina diária.
Mas havia algo com o qual ela não estava conseguindo lidar: uma tristeza profunda, sem causa aparente, que começou a dominá-la em momentos aleatórios.
Não eram apenas dias ruins. Era uma dor visceral que surgia do nada, tomava conta do seu peito e lhe dava fortes crises de chôro.
Ela tentou de tudo. Psicólogos, psiquiatras, até mesmo um centro espírita. Nada funcionava. A tristeza voltava, implacável. Seus colegas de trabalho e seu marido começaram a ficar preocupados, a situação era muito séria.
Por uma feliz coincidência do destino, um proprietário de uma distribuidora que conhecia meu trabalho, indicou a clínica ao falar como esposo de R***** e saber da situação.
No dia e hora agendados, ela se apresenta para a anamnese com duas perguntas muito específicas: “Por que eu sinto isso se minha vida está exatamente onde eu sempre quis que estivesse?” “Por que isso vem do nada, se eu estou me alimentando bem, indo à academia, sem nenhum problema que justifique ficar tão triste?”
A investigação.
Após a anamnese, que descartou causas óbvias como luto recente, trauma ou desequilíbrio hormonal, agendamos o início do processo conscienciológico clínico para investigar a origem dessa tristeza sem nome.
O que descobrimos logo na primeira sessão foi perturbador: R**** estava carregando uma dor que não era dela.
A tristeza não vinha de nenhum evento da sua própria vida. Vinha de algo muito mais profundo, algo que existia no campo informacional da sua família — um segredo guardado à sete chaves, mas que agora estava sussurrando em seu ouvido palavras silenciosas e tristes.
O inconsciente é tão complexo e misterioso, que mesmo após meus 20 anos de clínica, nunca deixo de aprender algo sobre nossas capacidades desconhecidas.
R**** acreditava que sua tristeza era algum tipo de depressão sem causa, talvez uma “falha química” no cérebro. Seria fácil para qualquer psiquiatra medicar e tratar como transtorno de humor. Seria fácil para qualquer terapeuta espiritual atribuir a “espíritos obsessores” ou “energias negativas”.
Mas a análise clínica profunda do seu inconsciente evidenciou algo completamente diferente: ela estava acessando informações de uma consciência que nunca chegou a nascer — uma consciência que deveria ter sido sua irmã.
Como alguém pode carregar a dor de uma pessoa que nunca existiu?
O segredo enterrado.
Durante a terceira sessão, através do processo de mapeamento transgeracional, sem nenhum viés, sem nenhuma sugestão de minha parte, apenas com o método puro, correto, R**** acessou uma informação que estava registrada em seu campo inconsciente familiar: sua mãe havia feito um aborto anos antes do seu nascimento.
Os dois fatos mais interessantes: 1 – A mulher nunca havia contado a ninguém. Nem ao marido. Nem a R****. Era um segredo enterrado tão fundo que a própria mãe juraria que nunca tivesse acontecido, se não fosse confrontada de modo tão direto e inequívoco. 2 – A idade em que esta havia realizado o aborto, era a mesma idade em que R**** começou a sentir a tristeza profunda e inexplicável.
R**** não “imaginou” durante a sessão. Ela VIU. Ela SABIA que aquilo tinha acontecido, pois a informação daquela consciência interrompida continuava ali, como um fantasma silencioso no sistema familiar, manifestando-se como uma tristeza sem rosto na filha que veio depois.
R**** confrontou a mãe. A conversa foi devastadora. A mulher desmoronou em prantos, confirmando o que o processo clínico havia revelado. Ela carregava essa culpa há décadas, sozinha, em silêncio. Mas aquele dia era o da redenção. O do perdão. O da verdade da consciência.
A redenção.
Foram 2 sessões após essa descoberta.
Realizei um processo que desenvolvi ao longo de anos — algo que vai além de qualquer abordagem terapêutica convencional: a reintegração de consciências interrompidas no sistema familiar.
Isso não é misticismo. Repudio toda e qualquer forma de falácias.
É o reconhecimento de que informações de consciências humanas — mesmo aquelas que não chegaram a se desenvolver completamente — perduram de alguma forma e interferem com a atividade psíquica de pessoas que possuem relação com elas.
R**** não precisou “perdoar” a mãe. Não precisou “fazer as pazes” com algo que nunca conheceu. O que ela precisou foi reconhecer a existência dessa consciência, resgatá-la de seu sofrimento psíquico e, de certa forma, espiritual e integrá-la conscientemente ao seu sistema familiar, da maneira correta.
O resultado foi imediato.
Eu não tratei sua tristeza. Eu restaurei a ordem no campo informacional da sua família.
A tristeza desapareceu. Não gradualmente — desapareceu. Como se um peso invisível que ela carregava há anos tivesse sido finalmente retirado.
Em seu acompanhamento anual, R**** nunca mais apresentou qualquer episódio do gênero. Mas algo ainda mais profundo mudou: ela começou a ver a vida psíquica e sua complexidade com outros olhos.
Não com viés místico, não com superstição — mas com a compreensão de que a vida é muito mais do que pensamos, e que a consciência humana opera em camadas que a ciência convencional ainda está começando a compreender.
Nota técnica:
Tristeza profunda sem causa aparente frequentemente não é um problema de “desequilíbrio químico” ou “falta de propósito”. Em muitos casos, é uma manifestação psicossomática de informações transgeracionais não resolvidas — memórias familiares ocultas que ecoam através do inconsciente. O trabalho clínico com o inconsciente permite identificar essas causas ocultas e transformá-las de raiz — sem depender de medicação contínua ou abordagens superficiais que tratam apenas o sintoma.
A conscienciologia clínica se diferencia de abordagens pseudocientíficas exatamente por trabalhar com mapeamento rigoroso de padrões neuropsicológicos reais, não com “energias”, “chakras bloqueados” ou explicações místicas genéricas.
Para aprofundamento científico:
O fenômeno de transmissão transgeracional de informações não processadas encontra paralelos em diversos campos de pesquisa séria:
Campos mórficos e memória coletiva: Rupert Sheldrake, biólogo pela Universidade de Cambridge, desenvolveu a teoria dos campos morfogenéticos — sistemas de informação que transcendem o indivíduo e permanecem acessíveis através de ressonância mórfica. Seu trabalho documenta como padrões de informação podem ser herdados de formas que vão além da genética convencional.
- A New Science of Life (1981)
- The Presence of the Past (1988)
Neurociência e descoberta acidental: Hans Berger, psiquiatra alemão e inventor do eletroencefalograma (EEG), documentou um caso extraordinário que desafiou o materialismo científico de sua época: em 1893, enquanto servia no exército, sofreu um acidente grave. No mesmo momento, sua irmã — a centenas de quilômetros de distância — teve um impulso inexplicável de telegrafar ao pai pedindo notícias dele. Berger dedicou décadas tentando compreender cientificamente esse fenômeno de transmissão de informação não-local, o que eventualmente o levou ao desenvolvimento do EEG e suas pesquisas sobre atividade cerebral.
- Millett, D. (2001). “Hans Berger: From Psychic Energy to the EEG”. Perspectives in Biology and Medicine, 44(4), 522-542.
Epigenética comportamental: Estudos contemporâneos demonstram que traumas podem ser transmitidos através de gerações via marcadores epigenéticos — alterações na expressão genética que não modificam o DNA, mas afetam como os genes são lidos. Pesquisas com descendentes de sobreviventes do Holocausto e da fome holandesa de 1944 mostram padrões mensuráveis de transmissão traumática intergeracional.
- Yehuda, R., et al. (2016). “Holocaust Exposure Induced Intergenerational Effects on FKBP5 Methylation”. Biological Psychiatry, 80(5), 372-380.
Esses campos de pesquisa convergem para uma compreensão: a consciência humana e a informação que ela carrega operam em dimensões que transcendem o modelo puramente materialista, sem, no entanto, recorrer a explicações místicas ou sobrenaturais.
Apolo Augusto
Apolo Augusto
Conscienciólogo clinico
- Inconsciente humano
- Psicossomática Clínica
- Desenvolvimento pessoal
-
Experiências anômalas
INCONSCIENTE HUMANO
Para a psicologia e a psicanálise, o ser humano é um ser consciente que possui uma mente inconsciente. Para a conscienciologia clínica, o ser humano é um ser inconsciente que possui uma fraca e debilitada mente consciente. Esta é a premissa básica da conscienciologia clínica, e não é filosófica: é factual. Consideramos que o ser humano não tem consciência de si, de seus desejos, seus medos, seus bloqueios e tampouco de suas capacidades, habilidades e potencialidades.
O conscienciólogo clínico não é um “terapeuta” nem um “coach”. É um profundo investigador e persecutor da consciência. Seu objetivo é fazer com que o solicitante (nome que damos aos atendidos) se torne consciente de si mesmo.
Compreendemos que, apenas por meio da conscientização, o homem se torna realizado, pois deixa de agir de modo automático, instintivo, limitado e cíclico, repetindo padrões cuja origem ele desconhece.
A terapia convencional visa “restaurar” o indivíduo, fazendo-o voltar ao estado normal. O processo conscienciológico clínico, por outro lado, visa desconstruir o indivíduo e fazê-lo transcender sua versão anterior, instaurando em sua psique novos padrões, um novo comportamento, desbloqueando habilidades e potenciais, para que este alcance, de modo prático, a individuação.
PSICOSSOMÁTICA CLÍNICA
Através de minhas formações em ciências humanas, desenvolvi uma abordagem extremamente científica e “pura” da psicossomática, fiel ao trabalho de Groddeck, na qual se faz possível descobrir as possíveis causas inconscientes para questões de saúde mental e física.
Ressalto que é uma técnica própria, totalmente livre de vieses, contaminações semânticas e pseudociência, como as de muitos que se dizem “terapeutas das emoções”.
Meu trabalho visa fazer com que o indivíduo, através de um método investigativo matricial e em camadas, consiga compreender mecanismos inconscientes que estão se manifestando no corpo ou na mente, causando distúrbios, doenças, anomalias ou transtornos.
A principal diferença de meu trabalho no campo da psicossomática é a maneira como o indivíduo percebe tais mecanismos, sem qualquer tipo de inferência de minha parte, como ocorre em pseudoterapias ou abordagens de discípulos de Franz Alexander.
Partimos da premissa de que cada inconsciente é único, possui seus próprios símbolos, arquétipos, sistemas semióticos e estruturas. A causa da enxaqueca de Maria pode ser (e sempre é) diferente da causa da enxaqueca de Joana.
Minha função é aplicar conhecimento do inconsciente que adquiri ao longo de 20 anos para tornar o indivíduo consciente de seus mecanismos causadores de transtornos. Quando há esta conscientização e a reversão do padrão, então o problema se resolve.
DESENVOLVIMENTO PESSOAL
A maioria das pessoas desconhece suas próprias capacidades ou experimenta bloqueios que impedem a expressão de seu potencial real.
Esta limitação se manifesta concretamente: estagnação profissional, ganhos incompatíveis com suas habilidades e uma sensação persistente de que algo impede sua realização.
A única maneira factual de transcender esses limites é através de um processo investigativo que revele os mecanismos inconscientes que governam suas ações. Esses mecanismos contêm tanto recursos inexplorados quanto padrões limitantes que, uma vez conscientizados, podem ser ressignificados.
Quando você compreende como seu inconsciente opera, deixa de agir por automatismos e passa a exercer escolhas deliberadas. Suas decisões se tornam mais assertivas, sua comunicação mais efetiva, sua presença mais autêntica. Isso se reflete em resultados tangíveis: reconhecimento profissional, autoridade em sua área e, consequentemente, ganhos compatíveis com seu real potencial.
Agende uma anamnese e descubra, através de análise rigorosa, quais mecanismos inconscientes estão limitando sua expressão – e como transcendê-los de modo prático e permanente.
EXPERIÊNCIAS ANÔMALAS
Existem fenômenos psíquicos muito comuns, mas extremamente discriminados, que atingem mais de 40% da população mundial. As chamadas “experiências anômalas” são ocorrências em que indivíduos relatam ouvirem vozes, verem cenas que depois acontecem, sentirem-se ou verem-se fora do corpo, terem sonhos hiperrealistas, lúcidos e conscientes, dentre outros.
Muitos acreditam que estes eventos são sinais de esquizofrenia ou outros transtornos somatopsíquicos. Porém, posso assegurar pela minha experiência clínica de 20 anos, atendendo inclusive médicos, juristas e profissionais da saúde mental, pessoas com exímias faculdades cognitivas, que tais experiências podem ser compreendidas através de premissas científicas pelo método clínico conscienciológico.
Esta abordagem, desenvolvida ao longo de duas décadas de prática e consolidada através da ABRACONESP (Academia Brasileira de Conscienciologia, Espiritualidade e Pós-Humanismo), me tornou referência na área e o único profissional nas Américas a atender clinicamente casos de experiências anômalas em pessoas sem qualquer comorbidade mental, ajudando-as a se autoconhecer e, acima de tudo, a viverem em paz com tais ocorrências.
Se você está passando por isso, seja bem-vindo(a). Eu posso ajudar.
Fale com minha assessora
Realize uma jornada de desenvolvimento com um conteúdo exclusivo e PRÁTICO, onde você vai OBTER RESULTADOS REAIS e ser accompanhado(a) diretamente pelo especialista.